Quem Somos

A Cia. Limite 151 foi fundada em 1991 pelo diretor Marcelo de Barreto, pelo músico Wagner Campos e pelos atores Cris D’Amato, Gláucia Rodrigues e Edmundo Lippi. Desde então, seus integrantes buscaram construir um repertório o mais diversificado possível, sempre tendo como critério a escolha de textos que lhes possibilitassem, sobretudo, o prazer de estar em cena.

 

“Procuramos nunca nos ligar de forma exclusiva a autores ou a movimentos estéticos. Trabalhamos pelo simples prazer de fazer teatro.” Seguindo esta linha de atuação, desenvolveram seu trabalho dando ênfase à escolha de textos teatrais relevantes, caminho esse que naturalmente os conduziu aos clássicos da dramaturgia de todos os tempos. Sob essa ótica construíram nestes 29 anos de existência um amplo e variado portfólio baseado nos mais diversos e distintos momentos da dramaturgia universal, priorizando sempre um trabalho de pesquisa voltado para aspectos de produção e interpretação que valorizam a abordagem tanto estilística quanto histórica da encenação, partindo sempre do trabalho do ator. Para tanto, em suas montagens o grupo esteve sempre aberto a participações externas, contando com a contribuição de diretores de diversas tendências e com a colaboração de grandes atores.

 

Assim é que em seus vinte e nove anos de atividade ininterrupta o grupo encenou 21 espetáculos: “Os Sete Gatinhos”, de Nelson Rodrigues; “A Comédia dos Erros” e “O Mercador de Veneza”, de William Shakespeare; “À Margem da Vida”, de Tennesse Willians; “Dom Quixote de La Mancha”, de Miguel de Cervantes; “Frankenstein”, de Mary Shelley; “O Olho Azul da Falecida”, de Joe Orton; “Os Contos de Canterbury”, de Geoffrey Chaucer; “A Moratória”, de Jorge Andrade; “O Santo e a Porca”, “Auto da Compadecida” e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna; “As Malandragens de Scapino”, “O Avarento”, “Tartufo – o Impostor”, “As Preciosas Ridículas”, “O Doente Imaginário” e “As Eruditas”, de Molière; “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil”, de Wagner Campos; “Thérèse Raquin”, de Émile Zola e “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekhov.

Em 2021, ao contabilizar o trigésimo ano de fundação da Cia. Limite 151, seus integrantes, renovando os votos que motivaram a sua união, reafirmam a intenção de continuar trabalhando no intuito de promover a aproximação do grande público com a arte teatral, tendo como foco um trabalho de formação de plateias que possibilite aos expectadores desenvolver formas de sensibilidade objetiva e subjetiva com vistas a sua formação integral.  “Ao darmos continuidade à trajetória da Cia., reiteramos as intenções e objetivos fundamentais que levaram à nossa união”, afirmação essa que aponta essencialmente na direção de um fazer artístico em conjunto voltado para um trabalho de educação dos sentidos do público em geral.  

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